caminhos construídos na Jornada de Comunicação Popular e no Circuito Proteja

Trilhas para Futuros é um registro vivo de uma caminhada construída junto a movimentos e organizações sociais que atuam na luta por terra e território. Nessa publicação reunimos parte do percurso que trilhamos entre 2023 e 2025, conectando experiências que fortalecem a comunicação popular, a cultura e o clima como dimensões de uma mesma prática política. Esses caminhos se articulam na organização coletiva das lutas, na afirmação dos modos de vida nos territórios e na disputa de futuro diante das crises que atravessam nosso tempo.

Esse caminho ganhou forma a partir da Jornada de Comunicação Popular e do Circuito Proteja. Ao longo desse período, apoiamos encontros, planejamentos, campanhas, formações e ações de mobilização em diferentes territórios. O material compartilha aprendizados que nasceram da prática e da troca com quem está na linha de frente das lutas e são nossas aliadas.

A publicação mostra como comunicação popular, clima e cultura caminham juntas. Não aparecem como temas separados, mas como partes de uma mesma disputa que envolve território, memória, aprendizados, luta e resistência. A comunicação passa a atuar como força que organiza, mobiliza, informa e fortalece processos coletivos, indo além da compreensão de ser uma ferramenta.

  • 11 ações estratégicas realizadas entre 2023 e 2025
  • 86 lideranças mobilizadas em diferentes territórios
  • 180 comunicadoras e comunicadores envolvidos
  • construção de planos de comunicação, campanhas e processos formativos
  • fortalecimento de redes e articulações políticas
  • apoio direto a organizações indígenas, movimentos sociais e coletivos

Esse conjunto de ações contribuiu para ampliar a presença da comunicação popular nas estratégias políticas dos movimentos, fortalecendo vínculos internos, organizando caminhos de atuação e criando condições para a continuidade das lutas.

Trilhas para Futuros também é um convite. Um chamado para se aproximar dessas experiências, conhecer os caminhos percorridos e seguir construindo junto. O material não encerra um ciclo. Ele reúne marcas de uma caminhada que segue em movimento.

A construção desse caminho foi possível a partir de uma articulação coletiva que envolveu organizações em diferentes territórios. Agradecemos todas as organizações aliadas que confiaram no nosso trabalho para caminhar junto nessas trilhas, em especial
Articulação Brasileira de Indígenas Jornalistas (Abrinjor)Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB)Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA)CasaCinco CriaçõesColetivo DifusãoColetivo Miriã MahsãComissão Pastoral da Terra (CPT)Conselho Indígena Tapajós e Arapiuns (CITA)Coordenação das Organizações e Articulações dos Povos Indígenas do Maranhão (COAPIMA)Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB)Instituto Clima e Sociedade (ICS)Movimento dos Atingidos por Barragens de Mato Grosso (MAB/MT)União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (UNIVAJA)

Esse percurso também se conectou com uma rede mais ampla, envolvendo mais de 80 grupos que, de forma direta ou indireta, contribuíram para ampliar os debates e fortalecer as mobilizações ao longo desse ciclo.

A todas as lideranças, comunicadoras, comunicadores e aliados que caminharam junto, nosso reconhecimento por fazer dessa construção, um processo vivo que segue em movimento.

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